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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Risco das mulheres desenvolverem câncer de mama ao longo da vida é de 12%

    • Avaliação de risco genético permite um melhor controle precoce da doença.
    • Além dos BRCA1 e BRCA2, outros genes associados ao risco podem ser identificados através de teste genético.
      Apesar do desenvolvimento do câncer estar ligado a uma falha do processo genético que multiplica células com a mutação da doença, a minoria dos casos têm origem hereditária. As principais alterações genéticas associadas à hereditariedade do câncer estão ligadas aos genes BRCA 1 e 2, presente em aproximadamente 9% dos casos de câncer de mama hereditário, porém existem outros genes associados ao aumento do risco que são importantes para o controle preventivo.

      Risco relativo de câncer associado aos genes BRCA1 ou BRCA2

      Apesar dos genes BRCA serem conhecidos por sua relação com o câncer de mama, esta alteração genética se relaciona também a um aumento do risco relativo (RR) de outros tipos de câncer:
      • Portadores da alteração nos genes BRCA1 ou 2 têm um risco entre 50% e 85% de desenvolver câncer de mama até os 70 anos.
      • Portadores da alteração nos genes BRCA1 ou BRCA têm um risco entre 16% e 60% de desenvolver câncer de ovário.

      Alterações no gene BRCA1 estão associadas a um aumento do risco de:

      - Câncer de cólon (Risco relativo – RR – 2)
      - Câncer de pâncreas (RR 2 a 3)
      - Câncer gástrico (RR 3 a 7)
      - Câncer nas trompas de Falópio (RR 50 a 100)

      Alterações no gene BRCA2 estão associadas a um aumento de risco de:

      - Câncer de mama masculino (RR 50 a 100)
      - Câncer de próstata (RR 5)
      - Melanoma maligno (RR 3)
      - Câncer na vesícula biliar (RR 5)
      - Câncer de estômago (RR 3)

      Muitos estudos comprovam a influência dos fatores externos para o desenvolvimento do câncer. Segundo declarações da Organização Mundial da Saúde (OMS), é possível reduzir a incidência de câncer em 40% com o controle do tabagismo, alcoolismo e obesidade.
      Na população geral, aquela sem histórico de câncer de mama na família, cerca de 5% são portadoras da alteração BRCA1 ou BRCA2. Ampliando o estudo a outros genes ligados ao câncer hereditário de mama, é possível aumentar a precisão para o controle preventivo da doença. No entanto, obter resultados negativos para as mutações ligadas ao câncer não significa estar livre do risco de ser acometido pela doença.
      Com o teste ONCODONA, que analisa 21 genes relacionados ao câncer de mama e ovário hereditário, foi detectado o risco hereditário de câncer em 4%* das pacientes que apresentaram resultados negativos para os genes BRCA1 e BRCA2. 

      Para quem é indicado o painel de risco de câncer hereditário de mama e ovário?

      O aconselhamento genético e orientação do oncologista é o melhor caminho para identificar os benefícios de realizar o painel multigene Oncodona. Em geral, as indicações se concentram entre os portadores ou familiares de portadores que desenvolveram câncer de mama, principalmente quando existem casos anteriores na família ou que o câncer se manifestou em pacientes jovens (antes dos 40 anos).

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