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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

equipamento para avaliar nível de estresse dos pacientes

Bardot disponibiliza equipamento para
avaliar nível de estresse dos pacientes

A Bardot Medicina Integrativa inova mais uma vez e se estabelece como referência em Medicina Integrativa em Minas Gerais. Para atender de forma mais completa seus pacientes, trouxe o Nerve Express, software de tecnologia russa que avalia diversos aspectos relacionados às condições físicas e mecanismos reguladores do organismo.

O responsável pela vinda do equipamento na clínica, o médico Psiquiatra e Nutrólogo, Dr. Frederico Porto, explica que de forma não invasiva, o método de avaliação identifica, a partir de dados da eletrofisiologia cardíaca, os níveis ideais dos sistemas simpático e parassimpático que compõem o sistema nervoso. “Ele funciona acoplado a um monitor de frequência cardíaca, tipo polar. A melhor forma de identificar uma disautonomia (desequilíbrio do sistema nervoso) é através da variação da frequência cardíaca. Se você pegar um pulso e medir 60 batimentos por minuto, não quer dizer que o coração tenha uma batida a cada segundo. Mas se esse número variar para mais ou para menos, identificamos o estresse”, observa. “Mede-se não a frequência cardíaca, mas como ela varia”, acrescenta.
Em tempos de rotinas abarrotadas, trabalhos em excesso e trânsito caótico, o estresse se tornou uma doença do mundo moderno. Ele cria uma disautonomia do sistema nervoso, isso é, um desequilíbrio entre o simpático e o parassimpático, que são partes do sistema nervoso. Essa disfunção, em cada ser humano, se manifesta de formas diferentes. “O sistema nervoso simpático aumenta o batimento cardíaco, o outro relaxa. Por exemplo, o maior nervo parassimpático do corpo humano, o vago, inerva todo o intestino. Vários estudos indicam, devido ao estresse, alterações como colo irritável e empanzinamento”, explica o Psiquiatra e Nutrólogo da Bardot Medicina Integrativa, Dr. Frederico Porto.

De acordo com o médico, a maneira ideal de tratar o estresse não é somente através de medicamentos. “Grande maioria das pessoas atualmente estão disautonômas. Precisamos de uma abordagem mais integrativa”, afirma. “Se você colocar um som muito alto, em questão de horas seu ouvido irá se acostumar. O mesmo acontece com o estresse. Quando os hormônios ficam muito altos, por muito tempo, o corpo se acostuma, e é aí que mora o perigo”, alerta.

Identificado a disautonomia, é hora do tratamento. A grande dificuldade atualmente, de acordo com Frederico Porto, é saber como tratar o estresse. Segundo ele, sintomas não são doenças que requerem medicamentos e, para normalizar o eixo hipotálamo- suprarrenal, são necessárias, ao mesmo tempo, mudanças alimentares, de sono e práticas respiratórias ou meditativas. “Do ponto de vista ortodoxo, muitas vezes trata-se cansaço com antidepressivo. O ser submetido ao estresse constante pode desenvolver um quadro de Burnout, onde se cansa facilmente, mas apesar disso à noite possui dificuldade para dormir, por exemplo. É porque o sistema nervoso está tão esgotado que não consegue relaxar. Quando analiso o resultado de um paciente, geralmente percebo que as pessoas têm dificuldade de entender que ausência de tensão não é relaxamento”, revela.

A partir do diagnóstico, o médico propõe práticas autônomas para reequilibrar o corpo, tanto fisicamente, quanto mentalmente. “Existem partes do corpo que não temos controle, e a ponte mais importante, entre o que controlamos e o que não controlamos é a respiração. Há métodos de respirar que ajudam o corpo a ter uma variabilidade cardíaca ideal. É um descanso para o sistema nervoso, que o paciente vai reeducando”, conclui.

SOBRE DR. FREDERICO PORTO:
Mineiro de Juiz de Fora, formou-se na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), se especializou em Psiquiatria pelo Hospital das Clínicas da UFMG

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