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sábado, 21 de outubro de 2017

Segunda parte: A Próxima revolução deverá ser a do Meio Ambiente


Segunda parte

Por que a próxima Revolução no Brasil e Mundial deve ser a do Meio ambiente ou Ecológica? Como a futurologia não acerta muito e a lógica falha. A resposta é o financiamente e fundamentalmente, a necessidade do ser humano em preservar a própria espécie. A considerarmos que todas as doenças crônicas e degenerativas, são síndromes, podemos dizer então que o cânceres que mata, as cardiopatias que matam, daibetes melitus, lúpus eritematoso, esclorose múltipla ou lateral amniotrófica e tantas outras são provocadas pelo Sistema Imunológico que enfraquece com a alimentação ou nutrição de baixa qualidade.

Quando pensamos em nutrição devemos pensar em termos gerais, planetários, pode se afirmar que a nutrição deve ser intracelular, celular, de pele, de órgãos vitais como coração, estômago, pulmões, rins como também de glândulas, pâncreas, fígado, baço. É todo o corpo humano e o planeta terra e o universo, sem devaneios e sem sonhos traumáticos de vida em outro planeta, é pé no chão, mesmo com o onirismo, a fantasia da criatividade que é latente no ser humano, que encontramos na natureza com suas formas, cores e exuverância, às vezes. O homem, precisa se conscientizar que ele é natureza, que precisa da natureza, embora a natureza não precise do homem, ela não despreza devido intestinalmente, cerebralmente saber que o homem faz parte dela, emana dela e que assim ambos se compoẽm em algo duradouro.

O dr. Lair Ribeiro, como outros médicos, que pensam sobre câncer, não a turma que cura, preserva a vida por mais alguns anos com radio ou quimioterapia, são especializados nisso, é o ganha pão deles. Estes profissionais que pensam o câncer como doença adquirida, sim, os casos de doença congênita, hereditária são dos mais raros na medicina moderna e antiga. A criança, existem estudos como mais de 3 mil crianças nascem saudáveis, com sua íris límpida e com os órgãos em perfeito estado, apenas começam a funcionar mais devagar. O estudo está no livro do médico chileno Manoel Acháran. Portanto, não é teoria, nem pajelença, macumba, adivinhação. O ser humano contraí a maioria das doenças em seu habitat e através da relação de trabalho e lazer, de nutrição do corpo e da alma. E, infelizmente, não há remédio para isso, como ainda não descobrimos, remédio para a morte, que não é uma doença, mas consequência do ciclo de vida no planeta.

Todas as revoluções são financiadas por interesses econômicos. Obviamente, que os políticos e os ideólogos agem e constroem teorias para que as massas se movam e criem no seu peito e mente, paixões, com discussões acaloradas que possam influenciar e promover o entendimento. Hoje a democracia grega, aperfeiçoada, através do parlamento, da conversa, da discussão democrática, com conteúdo, afirma esse intento. Mesmo assim, o poder econômico deturpa e pela interesse de preservar e ganhar mais dinheiro promove as mudanças e rupturas sociais drásticas ou não, com guerras, guerras civis ou confrontos de militantes direto e indiretos. Os partidos políticos são siglas que se aquietam nos períodos de implantação das ideologias vencedoras à base do diálogo ou da força das armas, que funcionam através do poderio do financiamento de grupos poderosos que compram e fabricam armas. O Estado moderno, os menos opressivos em suas economias, até mesmo estes, fazem dessa indústria, o modelo de controle, com armas atômicas, exércitos foribundos, drogados e doentes que se matam. Na verdade esses soldados matam suas famílias em outros países. Quando voltam para suas pátrias estão solitários, sem ninguém, num deserto dentro de si, quase mesmo sem alma.

Atualmente, o planeta está sendo sacrificado em duas fontes de sobrevivência fundamentais, há outras, uma terceira, fundamental. A primeira é o ar que respiramos e que não serve apenas para o ser humano, a terra respira esse ar, os animais, Há uma verdadeira conspiração pulmonar do mundo nessa troca planetária que não enxergamos, mas que acontece todos os dias, horas e milésimos de segundo. O ser humano ou seres não respira e solta gás carbônico apenas, os poros, a pele, os cabelos tudo sofre ação do vento, do ar, da brisa. O ar, a atmosféra, são gases, que dão energia, quando composto se transforma em água. Enfim, não vamos entrar em aula de química e descobrir tudo quanto chamavámos de fenêmeno. Esse ar está sendo poluído, sistematicamente pelos carburadores do autos, carros, ônibus e agora, muito mais, pelas motocicletas e correlatos. Não vamos mencionar as indústrias, fogões a gás, usinas termoelétricas e até mesmo a combustão do carvão. Então, o que fazer nesse planeta para viver bem? A pergunta cabe e não tem resposta para imediatista e os que não estão nem ai, querem viver e chamam isso de conforto, para alguns luxo e para outros progresso. Tudo importante e não pode ser descartado e não pode o homem pensar em voltar a viver em cavernas nos períodos paleolíticos, neolíticos onde se tem vasos e utensílios que podem descrever a história da humanidade no planeta terra.

A água é que em contato com a terra fará com germine o grão, que por sua vez vai gerar alimento tanto para o animal racional, o homem, quanto para os irracionais, para as aves, peixes e insetos todos precisam da água. A água é alimento da célula, as organelas, ou estômago, fígado que fazem parte da célula, a menor unidade do corpo, é a maioria na célula e serve de alimento com o protoplasma, citoplasma e todas as rápidas combustões precisam de água e quanto mais qualidade essa tiver mais a reprodução celular será de alta qualidade. Isso se reflete na pele, nas unhas, nos cabelos, nos brilho e na brancura da esclera dos olhos, na saúde em geral do ser humano. No viço das plantas, na cor das flores e na sua vida. Uma planta que tem cota de água correta durante sua rápida vida vive dentro do previsto, um pouco mais, com perfume e a beleza que ressalta daquela que não se serve água na condição adequada. O ser humano, então precisa de muito mais.

Somente esses dois itens para a vida moderna já podem fazer com se tenha idéia do quanto está a humanidade a perder com o efeito de abandono que se aplicou à natureza pelo progresso da agricultura de alta negócio e rentável, o tal agrobusines, como lavouras imensas, latifúndios, mecanizados e tão cheios de venenos quanto de poluição das máquinas estridentes e a óleo diesel. Mas, a humanidade precisa, sim precisa, mesmo assim a fome, e a miséria não acabam no planeta, será em nome do que, do desperdício de toneladas de comida que é jogada fora para preservar o preço de mercado para pagar o financiamento com os bancos das lavouras e das máquinas, sem falar da mão de obra, que em alguns países, segundo o cálculo dos capitalistas que mandam no planeta, atualmente, é o mais oneroso. No entanto, quem vai consumir essa comida eivada de veneno, são os trabalhadores, donas de casa, seus filhos, a sociedade, em grande parte.

Nosso corpo como as frutas, legumes e verduras são compostos entre 70 a 80% de água, não é água pura, não, mistura-se tudo. Já foi analisado que o suco possui entre 70 a 80% de água, mas essa água no organismo humano precisa de passar por certos filtros como estômago, baço-pâncreas e os principais, fígado e rins. Por isso, os endocrinologistas e outros cientistas de nutrição e saúde, recomendam tomar água e não suco, muito menos refrigerante para hidratar. O refrigerante além disso possui ácido fosfórico que em grande quantidade torna-se corrosivo e prejudicial para a saúde do corpo, do cérebro e para o funcionamento celular, leva ao aumento do vício. Mas, isso é outro aspecto da utilização da água, como as diluições para remédios, as soluções orais, infeções.

Existem estudiosos que já pensaram na água de fonte, água de geleiras, fontes naturais de água. A água mineral é um dos estudos que o capitalismo colocou no mercado, no entanto nos USA, os problemas, gastrointestinais pelo consumo exclusivo de água mineral, é estatística de gastroenterolgistas, que confirmam prisão de ventre e o consumo de medicamentos para combater a constipação intestinal devido ao consumo de água mineral. Não vamos entrar nesse estudo, existem água recomendadas para a saúde como estudo citado acima.

Portanto, voltamos novamente a Revolução do Meio Ambiente, o ser humano antes faziam suas necessidades nos rios, no mato. Como os índios de regiões ainda conservadas o mais naturais possível. O homem já devastou o planeta muitas vezes essa certeza é a certeza de todo cientista que estudou o planeta e vai devastar novamente o planeta, não é apenas lembranças ou temor de ficções de hollywood, é contastação do passado quando os espanhóis conseguiram transportar montanhas de prata da Bolívia para a Europa em navios, como aqui em Minas Gerais, a paisagem se altera e montanhas de minérios somem depois de décadas de exploração e tudo isso muda o meio ambiente, sem reparação. Há muito pouco tempo as empresas começam a respeitar e a projetar fisicamente a recuperação de áreas que antes deixavam inóspitas para a mãe natureza se recuperar e isso leva milênios e precisa até mesmo milênios e fenômenos, como o que está sendo estudado e divulgado, que o choque de neutróns no espaço, é que ocasiona a produção de ouro em partes distintas do planeta, se isso for comprovado com todas as prerrogativas científicas que conhecemos. O ser humano terá mais uma munição para a revolução do meio ambiente.

A água devido as fossas que foram construídas no passado e que aos poucos se descobriu que contaminava o lençol freático, quando se tinha que fechar o poço de água, ou cisterna para furar outros mais distante, da casinha que exalava o gás mercarptans, usados pelos nazistas para matar massificamente os judeus, no Holocausto.

Hoje, o lençol freático está contaminado, a falta de saneamento básico em instalações comerciais, industriais – que precisariam de estações de tratamento próprias, financiadas pelo projeto e com apoio do governo e comunidade envolvida-, bem como, a falta de saneamento do esgoto doméstico, é um dos fatores de contaminação dos rios, consequentemente a longo prazo dos mares e até mesmo oceanos, quando pensarmos na Plataformas petrolíferas que navegam e nos navios petroléiros que por sobaragem, imperícia ou incopentência vazam milhares de barris de óleo in natura, crú no mar e mata por longos anos a fauna e a flora. Há filmes, programas onde tartarugas marinhas são econtradas nas praias e são revitalizadas e depois voltam e morrem, no seu estômago, após analises, se encontra plásticos e outros “alimentos” que não fazem parte do cardápio de peixes, crustáceos e dos fito planctons dos mares e oceanos.

Os rios brasileiros estão todos poluídos e levam a poluição para outros rios. Obviamente que há um grau de poluição diferente nas metropóles para o interior. Mas, a agricultura hoje depende da pivotação da lavoura, obviamente, das chuvas abundantes que caem do céu através do fenômeno natural do calor, vaporização e condensação e nuvens e depois o efeito química de prótons, neutróns e eletróns, que produzem raios, relampâgos e o H2O, água, a chuva, a benéfica e a abeçoada chuva que até procissões são feitas para que ela venha, mas venha na medida certa, na época certa que encha os rios, os lagos, os poços artificiais que nos dê vida, fé, esperança e alimentos em abundância para possamos sobreviver.

Quando olhamos e vimos o céu azul, ainda temos esperança que ainda há tempo. Mas, o pensamento é que ainda podemos poluir mais antes de apertar o freio do capitalismo que usa do estrativismo sua principal bandeira e na sobrevivência do aqui e do agora, sua maior bandeira. A coleta da terra, do minério, do petróleo, das usinas hidrelétricas que já sumiram cidades inteiras e que provam enchentes com vítimas fatais nas cheias torrenciais provocadas pelas chuvas, ou temporais. No Brasil, se tem a consciência de que as hidrelétricas são verdadeiras bombas, principalmente a hidrelétrica de Itaipú, que sistematicamente, alguns gênios, da maldade apontam como a principal arma do Brasil contra a população do Paraguai, que não merecia, nem o pensamento, a menção disso, como fator atemorizante para seu sofrido povo devido as guerras econômicas e capitalista de Solano Lopes contra a Inglaterra e contra os aliados: Brasil, Uruguai e Chile, uma vergonha para o continente americano sulista, que é história sangrenta.

Leia trechos de recente estudos internacionais publicado:

Em Zhengzhou, nevoeiro denso causado por gases poluentes Nicolas Asfouri/AFP – 19.10.2016
Em Zhengzhou, nevoeiro denso causado por gases poluentes
PARIS, FRANÇA. A poluição provocou a morte de 9 milhões de pessoas em 2015, aponta artigo publicado nessa sexta-feira (20), na revista médica “The Lancet”.
….Poluição provocou a morte de 9 milhões de pessoas em 2015

Além da intoxicação, ela causa uma série de doenças mortais como cardiopatias e acidentes vasculares cerebrais

iG Minas Gerais |
Em Zhengzhou, nevoeiro denso causado por gases poluentes Nicolas Asfouri/AFP – 19.10.2016
Em Zhengzhou, nevoeiro denso causado por gases poluentes
PARIS, FRANÇA. A poluição provocou a morte de 9 milhões de pessoas em 2015, aponta artigo publicado nessa sexta-feira (20), na revista médica “The Lancet”. O montante equivale a um a cada seis falecidos. Quase todas as mortes (92%) ocorreram em países de baixa e média renda, sendo a poluição do ar a principal responsável, matando 6,5 milhões de pessoas. Quase metade do número de mortes ocorreu na Índia e na China. Em países de rápida industrialização, como Índia, Paquistão, China, Bangladesh, Madagascar e Quênia, a poluição pode ser responsável por até uma em cada quatro mortes. “A poluição e as doenças relacionadas afetam mais frequentemente os pobres e os impotentes”, diz o coautor Karti Sandilya, da ONG antipoluição Pure Earth. Com perdas globais de bem-estar de cerca de US$ 4,6 trilhões por ano, o custo das mortes e das doenças relacionadas à poluição também está concentrado nos países em desenvolvimento. Além da intoxicação, a poluição causa uma série de doenças mortais como cardiopatias, acidentes vasculares cerebrais, câncer de pulmão e doença pulmonar obstrutiva crônica. Responsável por mais de dois terços das mortes, a poluição do ar inclui a poluição das emissões de fábricas e carros e a poluição da queima de madeira, carvão vegetal, carvão, esterco ou resíduos agrícolas para calefação e para cozinhar. A poluição da água ficou em segundo lugar, com 1,8 milhão de óbitos, enquanto “a poluição no local de trabalho, incluindo a exposição a toxinas e agentes cancerígenos, foi vinculada a 800 mil mortes”, diz o relatório. A revista lembra que o estudo chega em um “momento preocupante, quando a Agência de Proteção Ambiental do governo americano vem solapando os regulamentos ambientais em vigor”.
diz o coautor Karti Sandilya, da ONG antipoluição Pure Earth. Com perdas globais de bem-estar de cerca de US$ 4,6 trilhões por ano, o custo das mortes e das doenças relacionadas à poluição também está concentrado nos países em desenvolvimento. Além da intoxicação, a poluição causa uma série de doenças mortais como cardiopatias, acidentes vasculares cerebrais, câncer de pulmão e doença pulmonar obstrutiva crônica. Responsável por mais de dois terços das mortes, a poluição do ar inclui a poluição das emissões de fábricas e carros e a poluição da queima de madeira, carvão vegetal, carvão, esterco ou resíduos agrícolas para calefação e para cozinhar. A poluição da água ficou em segundo lugar, com 1,8 milhão de óbitos, enquanto “a poluição no local de trabalho, incluindo a exposição a toxinas e agentes cancerígenos, foi vinculada a 800 mil mortes”, diz o relatório. A revista lembra que o estudo chega em um “momento preocupante, quando a Agência de Proteção Ambiental do governo americano vem solapando os regulamentos ambientais em vigor”.

Aguarde a terceira parte.

Marcelo dos Santos - jornalista - MTb 16.539 SP/SP











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