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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Problemas de coordenação motora afetam até 10% das crianças






 
Atrasos ou déficits motores podem ser sinais do Transtorno da Coordenação Motora

São Paulo, 14 de setembro de 2018 – Já ouviu falar em criança desajeitada? Alguns pequenos podem apresentar dificuldades na parte motora durante o desenvolvimento, que por desconhecimento dos pais, podem passar despercebidas. Em alguns casos, essas crianças são consideradas desastradas ou desajeitadas.

Entretanto, quando a criança apresenta alguma dificuldade para realizar tarefas simples, como amarrar o tênis, fechar botões, apontar ou segurar um lápis, escrever seguindo a linha do caderno, recortar, segurar o garfo para comer sem derrubar a comida e participar de jogos e brincadeiras que exigem as funções motoras, é preciso avaliar se há algum tipo de atraso ou déficit no desenvolvimento na coordenação motora.

Segundo a terapeuta ocupacional Márcia Strabeli, alterações da coordenação motora estão associadas a diversos distúrbios do sistema nervoso central. Assim, crianças com paralisia cerebral, síndromes genéticas e deficiência intelectual, por exemplo, podem apresentar essas alterações que são conhecidas e esperadas. “Entretanto, quando não há nenhuma causa aparente para o déficit motor, ou seja, nenhuma condição que explique o problema, o ideal é consultar um especialista para uma avaliação”.

“A avaliação de um especialista poderá indicar se o déficit está ligado ao Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação (TDC). A condição se aplica quando na ausência de transtornos físicos ou neurológicos, há um desempenho abaixo do esperado para a idade e nível cognitivo da criança nas atividades que exigem coordenação motora”, explica a terapeuta.

Não existe criança desajeitada
“A falta de jeito é um sinal bem característico do TDC, assim como uma coordenação motora abaixo do esperado para a idade. Problemas de ritmo, tensão corporal e excesso da atividade muscular durante a execução de tarefas motoras são outros sinais importantes. É interessante observar que quando os pais contam a história da criança, quase sempre relatam que houve atraso nos marcos do desenvolvimento motor, como engatinhar, ficar de pé e andar”, comenta a fisioterapeuta Walkiria Brunetti.

Walkíria diz ainda que é comum que essas crianças tenham menos interesse por esportes ou ainda por brincadeiras que exigem coordenação motora grossa ou fina mais desenvolvida. “Como são crianças com habilidades motoras restritas, em alguns casos podem até ser excluídas das brincadeiras pelos colegas, o que também afeta a interação social e o desenvolvimento emocional, podendo levar à ansiedade, baixa autoestima e depressão”.

Funções motoras e aprendizado
Segundo estudos, o TDC afeta entre 6 a 10% das crianças em idade escolar, portanto é um problema frequente na infância, que pode ter grande impacto no desempenho escolar e nas relações sociais. Entre as causas, alguns estudos apontam que problemas na gravidez, parto, prematuridade, baixo peso no nascimento e fatores ambientais podem estar ligados ao déficit motor.

“Além disso, os problemas motores quase sempre aparecem associados a dificuldades de aprendizagem e em crianças com diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)”, diz Márcia. 

Como a Terapia Ocupacional pode ajudar
O tratamento do TDC é multidisciplinar, ou seja, é feito por diversos profissionais, entre eles o terapeuta ocupacional. A terapia ocupacional é uma intervenção fundamental, pois ajuda os pais, professores e cuidadores a compreenderem melhor as dificuldades da criança.

“Na terapia são estabelecidas estratégias para contribuir e para compensar o déficit motor. Assim, a criança tem oportunidades de praticar e de aprender novos caminhos para executar as tarefas que exigem a coordenação motora, graças a neuroplasticidade cerebral. A criança se torna mais consciente de seus pontos fortes e podemos trabalhar de forma positiva para que ela vença suas dificuldades”, ressalta Márcia.

“O objetivo final do tratamento é que a criança ganhe autonomia, aprenda a executar as tarefas escolares e as atividades da vida diária, como comer sozinha, vestir-se e, claro, participar das brincadeiras e esportes visando sua inclusão social. Em geral, a terapia ocupacional é realizada em conjunto com a fisioterapia, que irá trabalhar também as questões musculares envolvidas na coordenação motora”, comenta Walkíria.

Portanto, o alerta para os pais é prestar atenção aos marcos do desenvolvimento para entender o que é esperado para cada fase da vida da criança. Embora o diagnóstico do TDC só pode ser feito na idade escolar, ou seja, depois dos 6 anos, é possível intervir de forma mais precoce para aproveitar a neuroplasticidade que é mais intensa nos primeiros anos de vida.

Ministério da Saúde não compra remédio para AME e partidos corruptos fic...

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Terceira Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada




Conferência mundial de agricultura e alimentação começa nesta segunda-feira
Terceira Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada será realizada em Porto Alegre/RS, de 17 a 21 de setembro

Entre os dias 17 e 21 de setembro de 2018, a UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre/RS, sediará a III Conferência Internacional Agricultura e Alimentação em uma Sociedade Urbanizada. O tema central do encontro é Alimentos saudáveis, sociobiodiversidade e sistemas agroalimentares sustentáveis: inovações do consumo à produção. Ao longo de cinco dias, a Conferência vai reunir cerca de 170 especialistas de 36 países, em uma intensa programação que incluipainéis de escopo internacional, simpósios, apresentação de trabalhos científicos em grupos de trabalho temáticosrelatos de experiênciassaídas de campo e atividades culturais. Mais de 950 pessoas já se inscreveram para participar da Conferência e restam poucas vagas. 
Reconhecidos acadêmicos e especialistas, além de representantes de governos, instituições internacionais e lideranças de movimentos sociais participam dos painéis. O objetivo é refletir e debater diferentes visões sobre teorias, práticas e processos relacionados a sistemas agroalimentares sustentáveis e resilientes, contribuindo para a articulação e construção de uma nova agenda de pesquisas, estudos e ações. Entre os conferencistas, estão Patrick Caron (Presidente do Painel de Alto Nível de Peritos do Comitê de Segurança Alimentar Mundial - França), Elizabeth Mpofu (Coordenadora Geral da Via Campesina Internacional - Zimbabwe), Elisabetta Recine (Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA - Brasil), Allison Blay Palmer (Diretora do Centro de Governança Internacional e Inovação - Canadá) e Hannah Wittman (Diretora Acadêmica Centro de Sistemas Alimentares Sustentáveis da Universidade da Colúmbia Britânica - Canadá). Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), Mudanças Climáticas, Segurança e Soberania Alimentar, e Política e Governança são alguns dos assuntos que serão tratados durante as manhãs. Os painéis acontecem noSalão de Atos da UFRGS, com tradução simultânea.
Os Simpósios têm como objetivo contemplar uma ampla gama de discussões em torno da agricultura e alimentação. Ao todo, serão 20 simpósios durante a Conferência, que acontecem no início da tarde, em auditórios para públicos de cerca de 250 pessoas. Entre os palestrantes confirmados, estão Harriet Friedmann (Escola Munk de Assuntos Globais da Universidade de Toronto, Canadá), Marijke D´Haese(Departamento de de Economia Agrícola, Universidade de Ghent, Bélgica), Terry Marsden (Instituto de Locais Sustentáveis da Universidade de Cardiff, Reino Unido), Jan Douwe van der Ploeg (Universidade de Wageningen, Holanda), Rita Lobo (chef e apresentadora de TV, criadora do Panelinha) e Renato Maluf (Pós-graduação em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade CPDA/UFRRJ, Brasil).
Nos Grupos de Trabalho serão apresentadas pesquisas produzidas sobre temas como Sistema Alimentares Sustentáveis, programas de abastecimento, cadeias de produção e processamento, Dinâmicas e práticas de consumo, Governança e Inovação Social, gênero, Agrobiodiversidade, segurança e soberania alimentar, relações campo-cidade, políticas e mercados. O objetivo é criar condições para que pesquisadores, ativistas, formuladores de políticas, agentes públicos e privados possam discutir e compartilhar conhecimentos e estabelecer as bases teóricas, empíricas e metodológicas de questões que precisam ser aprofundadas. Ao todo, serão 21 Grupos de Trabalhos
Os Relatos de Experiência têm como objetivo possibilitar que grupos da sociedade civil organizada possam partilhar suas experiências e trajetórias. As experiências podem ser de cunho técnico ou popular, e não precisam ser apresentadas conforme uma estrutura teórico-metodológica. Agricultores e agricultoras, membros da sociedade civil organizada, movimentos sociais, comunidades tradicionais (indígenas, quilombolas, pescadores, pecuaristas familiares), organizações não-governamentais, redes, cooperativas, associações, projetos de extensão, submeteram seus relatos.

Informações cedidas por Agência de Assessoria de Imprensa, sem valor publicitário.

Cuidado, mau hálito pode ser sinal de doenças graves no organismo



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Especialista alerta que nem sempre o mau hálito é causado por doenças nos dentes, muitas vezes é uma reação do próprio organismo
Não é só na boca que podem estar as causas de um problema que atinge muitas pessoas: o mau hálito. É extremamente desagradável falar próximo de outra pessoa com mau hálito, mas como evitar?

Na maioria dos casos nós associamos com falta de higiene e doenças na região dos dentes, este sintoma pode estar indicando algo mais sério, que necessita de atenção e, muitas vezes, de intervenção médica, como inflamações nos brônquios, na laringe e no pulmão.

Para o cirurgião dentista Andrey Santos, as doenças respiratórias podem produzir secreções nestes órgãos, que causam cheiro forte. “Ao se resfriar ou ser afetado por um desses problemas, o ideal é aliar o tratamento da patologia com os cuidados com a boca. Escovar os dentes após cada refeição, usar fio dental, higienizar a língua e gargarejar com um enxaguante bucal são passos fundamentais para controlar o mau hálito nessa fase”, afirma o especialista.

Mas não são só as inflamações típicas deste período que causam o mau hálito. Doenças graves nos rins, diabetes e complicações no estômago podem ser “denunciadas” pela halitose. “O ar expelido possui um odor bem característico, semelhante à amônia ou urina. Por isso conseguimos desconfiar da doença e encaminhar o paciente para a especialidade a ser consultada”, completa Andrey.

O cirurgião afirma que, no caso das doenças renais, o corpo acumula ureia e creatina, já que o rim está comprometido e essas substâncias são expelidas no ar que sai pela boca. Já os diabéticos possuem um hálito característico de frutas envelhecidas, por causa da alteração na glicose. No estômago, a atenção deve ser redobrada com o câncer, pois o avanço da doença causa odores necróticos.

Dr Andrey alerta para os casos de complicações na boca, como cárie e tártaro, ou em doenças mais graves, a halitose é um aviso de atenção. Segundo o cirurgião, o sintoma só é natural quando se passam horas sem comer ou beber ou após a noite de sono. “A halitose, na maioria dos casos, é uma resposta do organismo para indicar o mau funcionamento de determinada parte do corpo. No caso dos problemas bucais, o tratamento pode ser facilmente realizado por tratamento odontológico indicado”, explica.

Dr Andrey Santos, Cirurgião Dentista

Mitos e verdades sobre alimentação para quem está em tratamento contra o câncer




A nutrição é um assunto importante durante o tratamento contra o câncer. Dependendo do tipo e da localização do tumor, da medicação proposta e das condições clínicas do paciente, aumentam as chances de desnutrição, comprometendo a qualidade de vida devido ao maior risco de infecção. Por outro lado, alguns pacientes ganham peso, o que pode afetar o resultado do tratamento a longo prazo.

Larissa Monteiro, nutricionista da primeira clínica do Brasil que une a oncologia integrativa e a oncologia estética, elenca cinco mitos e verdades sobre alimentação e cuidados para os pacientes que estão em fase de tratamento.

1. É comum pacientes oncológicos desenvolverem desnutrição e uma diminuição do sistema imunológico.
EM TERMOS. A nutrição tem grande importância na recuperação dos pacientes oncológicos e por isso um suporte nutricional adequado faz parte do tratamento integral e deve estar presente em todas as fases da doença. Durante o processo de quimioterapia podem ocorrer alterações que levam à diminuição do sistema imunológico. Há mais riscos de infecções por vírus, bactérias e fungos. Dessa forma, é necessário tomar alguns cuidados com a higiene e manipulação dos alimentos como: lavar as mãos com água e sabão antes e após a preparação dos alimentos e antes de comer; verificar a data de validade dos produtos, a integridade da embalagem; selecionar sempre gêneros frescos e íntegros de boa procedência. Alimentos congelados devem ser descongelados na geladeira ou micro-ondas e não podem ser novamente congelados. Evitar comprar queijos e frios previamente fatiados e cortados - prefira os que vêm lacrados da indústria; evitar carnes e peixes crus ou que não estejam bem cozidos ou bem passados; evitar ovos crus ou preparações que usem ovos crus ou com a gema mole. Lavar cuidadosamente em água corrente frutas, legumes e verduras. O ideal é deixar de molho em solução desinfetante à base de hipoclorito de sódio de acordo com as instruções do fabricante. Escorrer o excesso de água e seque com papel toalha e guarde em recipiente fechado.

2.  Associar a vitamina C à quimioterapia torna o tratamento mais efetivo.
Mito. A vitamina C é um antioxidante que tem várias funções no organismo como síntese de colágeno e neurotransmissores, além de aumentar a absorção de ferro no organismo. Sua biodisponibilidade está relacionada com a absorção intestinal, reabsorção e excreção renal. Os pacientes com câncer podem apresentar uma deficiência de vitamina C por uma baixa ingestão oral, por um aumento do estresse oxidativo e inflamação. A sua deficiência pode causar fadiga, dor, fraqueza, má cicatrização de feridas, entre outros sintomas. Estudos recentes relataram uma melhora de marcadores inflamatórios, melhora nos sintomas (fadiga, dor) e um possível benefício na qualidade de vida quando usado a administração de vitamina C intravenosa ou em combinação com a vitamina C oral em pacientes oncológicos. Entretanto os estudos apresentam cautela no uso da vitamina C (antioxidante). Pode  interferir na quimioterapia (terapia pró-oxidante), além de não relatarem efeito antitumoral. O mais seguro é que o paciente tenha uma ingestão de vitamina C adequada através da alimentação.

3. Associar o uso de suplementação de vitaminas e minerais pode beneficiar os pacientes em diferentes estágios do tratamento.
MITO. De acordo com o WCRF (World Cancer Research Fund International) e estudos recentes, o uso de suplementos de vitaminas e minerais em pacientes com câncer sem deficiência nutricional não é justificável, uma vez que a ingestão desses suplementos pode trazer efeitos indesejáveis em termos de comprometimento e eficácia do tratamento. Devido à inconsistência dos estudos, o melhor a fazer é uma uma nutrição adequada.

4.  A ingestão de alimentos industrializados, embutidos e processados prejudicam as pessoas que já tiveram câncer e hoje estão curadas.
VERDADE. A mudança para um hábito alimentar e estilo de vida saudável deve-se permanecer após o tratamento. Aconselha-se o paciente a manter um alto consumo de frutas, legumes e verduras de forma variada, dar preferência para carboidratos de absorção lenta (grãos integrais, batata doce, mandioca, cará, inhame, arroz integral), grãos e sementes (aveia, chia, semente de girassol), castanhas, gorduras boas (azeite extra virgem, abacate), menor consumo de carne vermelha e maior consumo de carne branca e proteína vegetal (feijão, grãos de bico, ervilha, milho, quinoa). Evitar alimentos processados e industrializados, açúcar, doces, carboidratos refinados (farinha branca), embutidos, refrigerantes, sucos industrializados é recomendado para todos, portanto, bem mais para quem já passou pelo tratamento.  O ideal é descascar mais e desembalar menos.

5. Uma alimentação vegetariana reduz o risco de a doença voltar.
EM TERMOS. Alguns estudos sugerem que dieta vegetariana pode conferir alguma ação protetora para o risco de câncer em geral, embora nem todos os estudos estejam de acordo, uma vez que existem outros fatores de risco para o desenvolvimento do câncer (fumo, álcool, sedentarismo, genética). Os estudos sugerem que ao retirar a carne, retira-se da alimentação nitrito, nitratos, aminas heterocíclicas e gordura saturada que causam inflamação, alteram a microbiota intestinal e diminui o fator de crescimento tumoral (IGF-1). Além disso, o alto consumo de vegetais e frutas prediz um menor risco para certos tipos de câncer. As frutas e os vegetais são ricos em fibras, antioxidantes, fitoquímicos que em conjunto com um estilo de vida saudável conferem uma proteção maior e menor incidência de câncer. Os vegetarianos e veganos sob orientação nutricional adotam um padrão alimentar adequado e um estilo de vida saudável, sendo assim a mudança para este padrão alimentar deve ser acompanhado por nutricionista e médico especialista a fim de evitar qualquer carência nutricional.

Saúde integrativa: A tendência de tratamentos com foco em saúde integrativa



Saúde integrativa
Atualização diária  13 de setembro de 2018
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A tendência de tratamentos com foco em saúde integrativa
Você sabe o que isso significa saúde integrativa? E por que investir em tratamentos que sejam mais amplos e avaliem o ser humano como um todo?
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Saúde em Belo Horizonte: Vacinação contra o sarampo e a pólio está abaixo da meta em 30,4% das cidades mineiras


Saúde em Belo Horizonte/MG
Atualização diária  13 de setembro de 2018
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Risco de epidemia de conjuntivite alerta belo-horizontinos
A Secretaria de Saúde de Belo Horizonte emitiu alerta sobre risco de uma ... do exercício anterior, 5.150 casos da doença foram registrados em BH.
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Carro do SUS derruba muro em BH
Um carro usado para transportar pacientes com câncer perdeu o controle e derrubou o muro de uma casa na região Norte de Belo Horizonte.
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Ascor-MG nasce com objetivo de qualificar setor de planos de saúde e odontológico
Evento – A nova entidade será apresentada ao mercado no dia 18 de setembro, em Belo Horizonte, durante palestra da presidente da FenaSaúde, ...
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Vacinas: Vacinas. Prevenir é melhor que remediar





Vacinas
Atualização diária  13 de setembro de 2018
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Vacina do futuro será autoaplicável e 'enviada pelo correio', apontam cientistas
Imagine só a seguinte situação: você quer tomar uma vacina contra a gripe. Mas em vez de procurar o posto de saúde mais próximo, ou mesmo ...
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Rejeição de vacinas evidencia falhas de comunicação
A gripe espanhola de 1918 foi uma das mais letais pandemias da nossa história. Sua gravidade pode ser explicada pela falta de vacina e pela ...
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Ambulatórios ijuienses ainda dispõe de vacinas contra a gripe
Mesmo com o período do inverno já na fase final, os ambulatórios de Ijuí ainda dispõe de vacinascontra a gripe. São doses que sobraram da recente ...
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Vacinas e soros reduzidos
O Ministério Público está enviando quantidade menor das vacinas tetra viral, meningocócica C, DTP e DT adulta e também dos soros antitetânico e ...
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168 municípios de SP não atingiram meta de vacinação contra pólio e sarampo
O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (12) que 168 municípios do Estado de São Paulo não atingiram a meta de vacinar, contra polio e ...
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Fortaleza e 10 cidades do Ceará não atingem meta de vacinação contra sarampo e pólio
A três dias do término da campanha nacional de vacinação, onze municípios do Ceará – incluindo Fortaleza - não atingiram a meta de vacinar, pelo ...
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Márcio França anuncia 70 mil doses de vacina em posto de saúde, mas ouve reclamações de ...
Os postos de saúde da cidade ficaram sem a vacina em julho —apenas 20% das doses necessárias chegaram à cidade naquele mês, de acordo ...
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Desigualdades e pais anti-vacinas são as maiores ameaças à saúde na Europa
No topo da lista de aspetos que podem travar futuros progressos, a OMS identifica a crescente proporção de pais que rejeitam a vacina infantil, assim ...
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Veja como as fake news têm contribuído para baixar os índices devacinação
vacinação infantil no Brasil sempre foi vista como algo importante para garantir a saúde das crianças. No entanto, de uns tempos para cá, o assunto ...
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