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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Preços caros acaba com o salário do trabalhador para comer e impostos é que melhorou a agricultura brasileira

ilustração do sucesso das lavouras brasileiras financiadas por dinheiro público
O agro negócio teve superavit seguidos entre 7% ao ano. Não teve crise nenhuma agora estão reclamando de barriga cheia e passam mais uma vez a conta para a sociedade. A safra de milho e de arroz tiveram baixa junto com o feijão e o preço cresceu em torno de mais de 25% e o feijão até 160%. Isso é roubalheira, esculhabação, pois os agricultores pegam dinheiro no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDEs e outros empréstimos ate no exterior, se pensarmos na exportação de carnes e outras comoditties.

O Brasil é um dos únicos países que passam a crise a inteira para o consumidor além de especular para a exportação. Todos os países que estão crescendo na América Latina, crescem devido controlar seus preços e não, literalmente, roubar a população em todos os segmentos. O pão era o alimento mais acessível para o pobre.

Hoje, além de bromato, excesso de água, sal e farinha sem vitamina e sustância. O pãozinho não sustenta e muitas pessoas comem mais de seis pãozinhos no café da manhã e passam por gulosas ou com vermes. No entanto, esquecem que a qualidade do pão em geral é muito fraca. As padarias em geral repassaram todos os aumentos. Não é pouco chega em mais de 15 a 20% vai determinar o local. Alegam o tempo em que ficam abertos e os empregos, na verdade, enxugam o quadro de funcionários e ficam com os essenciais. O brasileiro já come mal, com a carestia e a roubalheira dos agricultores e comerciantes. Os preços no país foram liberados não há controle.
Ilustração

O brasileiro não acostumado a boicotar determinado produto. Ele é tão totlo que consumir marca para ele "é não ser pobre" e manter status quo. Assim ele paga os preços abusivos. Isso ocorre na cerveja e outros tipos de bebidas e alimentação que as marcas fazem a cabeça e deixam a qualidade muito a desejar. Aliás, se for colocar o quesito de qualidade nos produtos brasileiros, que a população consome. O Brasil seria reprovado, somente o que sai do país, submetido a rigorosa fiscalização possui qualidade. Um saco de café que é exportado, dá uns três sacos de café que tomamos no país. O café é misturado com palha de milho, fubá, sangue de boi e tudo que possa aumentar o cafe em quilogramas. Aqui em BH/MG terra do café existem várias marcas que não se sente o cheiro do café no pacote e muito pouco quando se coa o café para servir. É impressionante o preço que a cada semana ou mês os preços variam entre R$ 0,50 a 1,00 de aumento.

O agro negócio vai bem demais. Mas, aumentou o limão com a velha lábia de entre safra. Hoje o quilo do limão custa R$ 7,00 e limão de baixa qualidade, sem sumo, ou seja, sem vitamina C, ácido ascórbico para gripe, para o resfriado. Enfim são severos coma população de baixa renda que usa o limão como "remédio" imediato e caseiro.

A maçã teve uma tremenda alta no Natal, ano Novo e depois permaneceu. tornou-se fruta proibida para o cardápio do brasileiro. E, a muito tempo isso não acontecia depois da irrigação de regiões e plantações bem sucedidas em todo o território nacional. Aliás é frequentar uma frutaria para ficar desanimado, os preços são estratosféricos. Os agricultores, comerciantes ou a velha e lendária figura do atravessador, hoje podemos chamar também de varejista que faz grandes estoques, em galpões para especular no preço. Amadurecem ou colher frutas para regular o preço de mercado e deixar a população sem frutas, legumes e verduras. O mesmo, com o feijão e o governo ocupado em dar o golpe na Dilma, o que conseguiu, não fe absolutamente nada para abaixar o preço do feijão e regular o mercado onde a carestia está a furar os olhos dos brasileiros assalariados mínimos.

A conta do SUS-Sistema Único de Saúde vai aumentar com toda a certeza. A máxima do pai da Medicina Moderna, Hipócrates "Faça de sua comida o seu remédio e do seu remédio a sua comida", bem traduzido. Se o indivíduo come mal, a tendência dele propiciar um terreno para doenças é muito maior do que aquele que se nutre melhor. Afinal, as epidemias encontra em pessoas má alimentadas vítimas fatais e propagadoras voláteis da doença. Assim todos padecem, ricos, pobres, negros,cristão e ubandistas.

Marcelo dos Santos - MTb 16.539 SP/SP

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